domingo, 6 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009



Corpo e movimento
Instituto á Vez do Mestre
Curso : Graduação em PedagogiaAluna :Renata Marques Costa Neves /mat.: P00402Professora :Fátima Alves
Este Projeto, pretende mostrar as propostas de atividades com Movimento Expressivo, apresentadas no Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil assim como sua aplicabilidade em Centros de Referências, Instituições e Escolas da Rede Pública ou Privada da Cidade.Na Educação Infantil, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal. A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transforma-se em comportamento significante. É necessário que toda criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento.O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor. Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação deve realizar atividades considerando seus níveis de maturação biológica. A recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na conservação da saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo, tudo isso visando à formação da sua personalidade.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Coisas Boas de Ver, Ouvir e Sentir...
O vídeo é um trabalho da ONG Vez da Voz e o projeto é o Contadown. E a história que o contador de histórias Ariel está contando chama-se Música do Silêncio, de Claudia Cotes. Rafaella interpreta em Libras para "ouvintes" deficientes auditivos. Aline dança e Sara canta Faz sempre Sol, do também autor e interprete em libras Fabiano. Um belo e eficiente trabalho de integração das artes, e mais que isso ou também por isso, das pessoas. E por isso, bonito de ver, ouvir e sentir...
Este vídeo mostra um casal deficiente físico dançando. Junto com estas imagens citaremos um trecho do Livro dos Abraços:
"Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada”.
Eduardo Galeano
E sendo três um bom número, postamos mais este vídeo, que já correu bastante na rede, mas que nunca é tarde para relembrar e refazer a pergunta: afinal, quem é deficiente, anormal, diferente, excluído? De uma forma ou de outra, nos parece que todos nós somos, uma coisa ou outra. Mas todos temos algo em comum: nossa humanidade. Somos humanos, portanto. Seres humanos que precisamos de generosidade, solidariedade, boa vontade, coragem, perseverança, gratidão, compaixão, perdão, justiça, ... e oportunidade para crescer, se desenvolver, pensar, dizer o que sente, o que pensa, se expressar, e rir e chorar, e amar e, finalmente, ser feliz.
Desenvolvimento Infantil Aucouturier

Nome da instituição: A Vez do Mestre
Data: 21 de Agosto de 2009
Nome do autor: Grupo Inteligências - Bianca Zagury, Lucia Helena Ramos, Lenita Correa e José Lyra.
Nome do curso: Licenciatura em Pedagogia
Nome da disciplina: Corpo e Movimento
Nome do professor responsável pela disciplina: Fátima Alves

Nome da Instituição: Playgym
Data: as fotos referem-se às atividades desenvolvidas entre março e junho de 2009.
Nome do autor: as fotos foram tiradas por José Lyra Szajnberg.
Nome da disciplina: desenvolvimento infantil Aucouturier
Nome da professora responsável: Carla Maia


As fotos acima referem-se a algumas atividades desenvolvidas com crianças na faixa etária de 3 anos pela equipe do Playgym. Essa instituição desenvolve suas atividades a partir do método Aucouturier de desenvolvimento infantil. O Playgym atende crianças de 1 a 4 anos e o trabalho é supervisionado pelo próprio Bernard Aucouturier que, anualmente, visita o Brasil. Em julho último ele esteve no nosso país e proferiu uma palestra no Shopping da Gávea.

Todas as atividades desenvolvidas no Playgym seguem as premissas preconizadas por Bernard Aucouturier na aplicação do seu método de aplicação da psicomotricidade no desenvolvimento infantil, das quais citamos, abaixo, alguns exemplos:
Atividades que geram movimento – prazer que gera na criança atenção e intenção de participar.
Interação com outras crianças e com adultos como facilitadores da socialização.
Contato com os fantasmas da ação – contação de estórias, elaboração do fantasma de devoração – sair do real para o simbólico
Desequilíbrio/equilibrio físico na busca do desenvolvimento do sistema nervoso central – a capoeira, as almofadas, o espaldar, o túnel, os objetos.
A música e a dança como fontes de prazer e contato com o espaço.
O pegar os objetos como asseguramento simbólico contra a perda (metáfora do corpo desejado da mãe)
A liberdade para a experimentação – a ação libertadora.
A repetição da ação como segurança para a aquisição de conhecimentos futuros.
As brincadeiras como resistências ao ambiente – o prazer em resolvê-las.
Além de todo o planejamento das atividades como base para a aplicação dos objetivos preconizados pelo método Aucouturier, o Playgym conta com uma equipe de profissionais de várias áreas (psicologia, pedagogia, música, teatro, capoeira) preparados para, durante todo o tempo, observar atentamente o comportamento de cada criança buscando acompanhar o seu desenvolvimento nos níveis emocional, social e cognitivo. A cada período trimestral é feita uma avaliação do desenvolvimento da criança e essa avaliação é discutida com os pais, quando são discutidos os passos subseqüentes e, até, medidas adicionais, se necessário. Por exemplo: há crianças que podem precisar de apoio de outros profissionais como fonoaudiólogas, psicólogas, etc. Pode acontecer, também, de a própria família precisar de ajuda a partir do diagnóstico apresentado pela criança.
A DANÇA COMO CONTRIBUIÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
Projeto Interdisciplinar - Grupo Movimento
Instituição: Instituto a Vez do Mestre – IAVM
Data: 21.08.2009
Curso: Pedagogia Disciplina: Corpo e Movimento – Psicomotricidade
Autor(a): Janaína S. G. Martins
Professora: Fátima Alves
Grupo: Movimento
Alunas: Eliane Muniz Félix
Janaína Silva Geraldo Martins
Maria José Souza Rios
A DANÇA COMO CONTRIBUIÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
A dança favorece o equilíbrio entre corpo e mente, por isso é utilizado como recurso pedagógico facilitador no processo de ensino-aprendizagem. para as crianças que possuem dificuldades de aprendizagem, ou algum tipo de deficiência relacionado ao seu desenvolvimento psicomotor, a dança se coloca como uma atividade prática, de interação com o próximo e seu meio, como uma linguagem compreendida de forma universal, de forma a integrar o grupo, formados por crianças que possuam deficiências e as que não possuem também.
Desta forma a compreensão se faz presente dos dois lados; a criança que possui deficiência compreende que também pode fazer parte do ‘mundo’ daquela outra criança dita como ‘normal’ (não evolui da mesma forma), mas participa em conjunto; a criança caracterizada como ‘normal’ quebra paradigmas, ao verificar que a diferença do outro não interfere no seu desenvolvimento, um pouco limitado, mas não inalcançável. nos vídeos complementares sobre inclusão, principalmente “pedro e a escola inclusiva” percebemos o quanto as instituições se caracterizam como ‘inclusivas’ e, antes mesmo de tentar expôr sua prática, já separa as crianças caracterizadas como ‘diferentes’ ou ‘deficientes’, das ditas ‘normais’. é claro que não podemos deixar de visualizar as limitações físicas de cada um, mas priorizamos as limitações contidas
Vimos na dança um instrumento para se trabalhar a educação pelo corpo inteiro, pois desta forma:
- trabalhamos as dificuldades de relacionamento em equipe;
- sentimos a essência de cada aluno, expressas através de sua linguagem corporal;
- administramos conflitos, diferenças e desigualdades;
- resgata o lúdico, estimula a criatividade, inibindo a timidez;
- estimula o raciocínio e a aprendizagem, de acordo com os movimentos e a sincronicidade das atividades;
- trabalha todos os movimentos do corpo, integrando corpo e mente;
- socializa o grupo, estendendo à família, amigos e vizinhos.
ACIMA VISUALIZAMOS A TROCA, NECESSÁRIA PARA O BOM DESENVOLVIMENTO EM GRUPO, PARA A SEQUÊNCIA DAS AÇÕES E O RESULTADO FINAL. ATRAVÉS DE RODA NOS SOCIALIZAMOS NO GRUPO, ATRAVÉS DO HIP HOP, EXPRESSAMOS MAIS NOSSOS SENTIMENTOS E O QUE ESPERAMOS DE NÓS E DO NOSSO MEIO, EXTERNALIZANDO NOSSOS MEDOS, DÚVIDAS E ANGÚSTIAS, POR CAUSA DE SUA LIBERDADE EXPRESSÃO. OUTRAS DANÇAS, OUTRAS CARACTERÍSTICAS; CADA UMA, À SUA FORMA ENFOCA UMA EMOÇÃO, UM OBJETIVO DIFERENTE, BASTA SABER TRABALHAR DA MELHOR FORMA, FOCANDO NO DESENVOLVIMENTO DE CADA UM E PENSANDO SEMPRE NA EVOLUÇÃO DO GRUPO.
ABAIXO VEMOS SITUAÇÕES QUE SÃO NECESSÁRIAS PARA A CONSTRUÇÃO DA DANÇA; EXERCÍCIOS ESTIMULAM A COORDENAÇÃO MOTORA, AO EQUILÍBRIO, LEVANDO TODOS A PARTICIPAREM EM CONJUNTO, CONSTRUINDO O RITMO A SER PENSADO.
CONCLUSÃO
A dança estimula o prazer e a criatividade, elementos indispensáveis para a força de vontade de querer sempre ultrapassar barreiras. vimos através das imagens do “balé chinês” a superação dos bailarinos e nos emocionamos; não por sentimento de pena, mas por percebemos o quanto não valorizamos, buscamos e estimulamos nossos potenciais, evidenciados na dança, conforme as imagens; refletimos quanto às nossas limitações inexistenciais. falo desta forma porque o ser humano, por si só, diante das dificuldades coloca barreiras sem antes mesmo tentar; é claro que nem sempre almejamos o que queremos, mas tudo depende de nossa força de vontade.
Brincadeira é Coisa Séria
Instituto A Vez do Mestre
• Data
21/08/2009
• Nome do autor
Marli Reis Valle Martins - Grupo Somos Nós
• Nome do curso
Pedagogia
• Nome da disciplina
Corpo e Movimento
• Nome do professor responsável pela disciplina
Fatima
O brinquedo é a oportunidade de desenvolvimento. Ele traduz o real para a realidade infantil. Suaviza o impacto provocado pelo tamanho e pela força dos adultos, diminuindo o sentimento de impotência da criança. Brincando, sua inteligência e sua sensibilidade estão sendo desenvolvidas. A qualidade de oportunidade que estão sendo oferecidas à criança através de brincadeiras e de brinquedos garante que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem.
O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual. Através deles, as crianças desenvolvem a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima, preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor. O jogo, nas suas diversas formas, auxilia no processo ensino-aprendizagem, tanto no desenvolvimento psicomotor, isto é, no desenvolvimento da motricidade fina e ampla, bem como no desenvolvimento de habilidades do pensamento, como a imaginação, a interpretação, a tomada de decisão, a criatividade, o levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados e a aplicação dos fatos e dos princípios a novas situações que, por sua vez, acontecem quando jogamos, quando obedecemos a regras, quando vivenciamos conflitos numa competição, etc.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Grupo Saber
Benício Dias Simões
Corinne Cecília da Costa Cunha
Leandra Ribeiro de Almeida
Márcia Raquel Lains Sampaio
Maria Angélica Ribeiro Pinto

Nas creches, o educador, além da comunicação, deve estimular a linguagem oral, cantar cantigas, que além de estimular o ritmo no bebê, a sonoridade, lhe provoca prazer e relaxamento O estímulo ao movimento é também importante para que o bebê desenvolva habilidades do virar, sentar, engatinhar , muito importantes para adquirir confiança para andar, tornando-se independente para a locomoção. Na creche o bebê deve ser estimulado a virar-se sobre o próprio corpo, ser deixado de bruços para firmar a cabeça, segurar na mãozinha do bebê para que faça força para se levantar. O bebê dedica seu tempo na exploração do corpo, observa as mãozinhas, seus movimentos, segura os pés, coloca-os na boca, explora o seu corpo usando gestos e movimentos sobre eles. Esta apropriação é uma fase importante para a construção da sua consciência corporal, pois quando a criança começa finalmente a andar, a criança se apropria de uma independência que lhe favorece explorar o ambiente que a cerca a partir de então.

Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br/colunas_anteriores/index.php?ano=2007&dia=1&mes=9

Fonte: http://www.escolaterramater.com.br/educainfanmovimento_emindex.htm
Brincar, jogar, imitar, criar ritmos e movimentos faz com que as crianças se apropriem da cultura corporal no meio social em que estão inseridas. Em brincadeiras como o faz-de-conta, por exemplo: as crianças agem e pensam como se fossem as mamães, o filhinho, o médico, o herói, o vilão, imitando e recriando personagens, sejam esses observado ou imaginado, de acordo com a sua vivência. A fantasia e a imaginação são fundamentais para a relação da criança com o próprio “eu” e com os outros.

A recreação dirigida proporciona a aprendizagem e ajuda na conservação da saúde física, mental, no equilíbrio sócio-afetivo, favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade, visando à formação da sua personalidade. Algumas sugestões de exercícios psicomotores que trabalham os objetivos acima são: Engatinhar, rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão, subir/ descer entre outras. A recreação, através de atividades afetivas e psicomotoras, é fator de equilíbrio entre cognição e corpo, a afetividade e a energia, o indivíduo e o grupo, promovendo a totalidade do ser humano.

A criança que rasteja, corre, engatinha, percebe diferenças, canta, dança, brinca de roda, de cabra cega, de passar anel, de baliza, de pique-pega, de esconde-esconde, de pique-cola, de macaco disse, de Maria viola, etc... Dificilmente apresentará dificuldades no processo de alfabetização, por adquirir ritmo, noção de esquerda / direita, em cima / em baixo, fino / grossos, altos / baixos, grandes / pequenos e tantas outras habilidades que possibilitam um rápido entendimento do processo de escrita e da leitura. Movimentos de pinça, soprar canudinhos, confeccionar pipas e brinquedos, rasgar e embolar papéis, reconhecimento de partes do seu corpo favorecem o pegar no lápis e nos demais objetos escolares, estimulam o traçado das letras e também a observação das diferenças entre b e d, por exemplo. As trocas de V por F, D por T, podem ser evitadas com atividades que estimulem a percepção auditiva das crianças. Todas as atividades citadas possibilitam também a socialização dos educandos, respeito às regras das atividades, disciplina e cooperação. A criança que faz parte de uma Educação Infantil que enfatiza as brincadeiras não encontrará dificuldades no processo de alfabetização, pois aprendeu aquilo que no tempo certo irá colocar no papel. Quando esta fase não é devidamente trabalhada, os danos se estenderão por boa parte ou até mesmo por toda vida escolar da criança. A alfabetização pode e deve ser trabalhada na Educação Infantil, mas de forma lúdica e sempre respeitando a idade e o tempo da criança.

O esporte também tem grande importância, e na luta pela inclusão times de grande porte como o São Paulo e o Coríntians já investem na criança cadeirante, objetivando a inclusão. No entanto, essas crianças esbarraram em bastante resistência de alguns torcedores de outras equipes no início. Venceram e se tornaram ídolos, exemplos de vida. A escola tem como proceder da mesma maneira, objetivando o desenvolvimento global da criança, até mesmo para que ela possa suprir a falta de visão, de movimentos, de audição, através dos sentidos e do movimento, o que muito auxilia em seu desempenho escolar.


Vale ressaltar que a psicomotricidade não é apenas brincar em uma sala com matérias coloridos, outras crianças e um adulto. No trabalho psicomotor há espaço para uma verdadeira inclusão. Nele as crianças realmente fazem aquilo que sentem vontade, se expressam à sua maneira e assim podem aprender e a respeitar os outros. Compreendem e aprendem a ter limites sem que para isso seja necessário castigo ou punição. Assimilam conceitos, interiorizam valores e demais ensinamentos, os quais serão utilizados ao longo da vida, aprendendo de forma divertida, efetiva e rica em experiências.

O alicerce deste método está na comunicação não- verbal, com ênfase nos aspectos relacionas, psicofísicos, socioemocionais, cognitivos e afetivos de cada ser humano.
Tem por escopo lidar com o ser humano e suas variadas formas de manifestação. É uma prática que procura dar espaço de liberdade onde a criança aparece inteira: com seu corpo, suas fantasia, sua inteligência em formação.
Constitui também uma ferramenta importante para a compreensão do ser humano em sua globalidade, visto que são através do corpo que se podem mostrar desejos, frustrações, necessidades, desde a mais tenra idade.
A Psicomotricidade Relacional vem ao encontro dos alunos como prevenção, levando-os a alcançar o equilíbrio no seu desenvolvimento.Por meio de trabalhos em grupo em que se privilegia a comunicação não-verbal, a Psicomotricidade Relacional na escola visa proporcionar:
· Despertar para o desejo de aprender.
· Prevenir dificuldades de expressão motora, verbal e gráfica.
· Estimular a criatividade.
· Facilitar a integração social, elevando a capacidade da criança para enfrentar situações novas e criar estratégias positivas em suas relações. Estimular para o ajuste positivo da agressividade, inibição, dependência, afetividade, auto-estima, entre outros distúrbios do comportamento

Os grupos de estimulação propiciam um espaço para que os bebês passem pelas etapas do desenvolvimento motor e perceptivo de forma adequada (do ponto de vista do desenvolvimento muscular, sensibilidade e cognição), evitando que a criança transpasse etapas importantes para seu futuro.
A estimulação tem objetivo na intensificação dos vínculos afetivos do bebê com sua família e o favorecimento da própria percepção, com os limites do corpo mais reconhecidos, as reações de proteção e segurança dos bebês no espaço mais desenvolvidas, maior qualidade de movimentos e conseqüentemente, maior auto confiança e auto-estima.
O conceito "inclusão"devera ter uma aplicação mais vasta porque criança em qualquer altura de sua vida escolar e/ou extra escolar pode ter dificuldades educativas e/ou sociais(as que dizem respeito a sua etnia, classe social, etc.) e será com seus pares que ultrapassará essa fase, prosseguindo o seu desenvolvimento.
Desta forma, as mudanças que ocorrem no sistema educativo irão beneficiar todas as crianças. Por outro lado, o desenvolvimento humano constrói-se em relação com o meio e com os outros. O indivíduo influencia mais também é influenciado. É nesta perspectiva que todos podem contribuir, para melhorar a nossa Sociedade.
Pretende-se assim, atingir uma "Sociedade participativa" por todos, porque cada um tem algo de útil para o desenvolvimento da humanidade, potenciando a participação dos mais diferentes grupos e/ou indivíduos. As várias diferenças conjugam-se para o mesmo fim a "construção" de uma Sociedade inclusiva sem preconceitos onde todos têm direito à sua individualidade.
A aquisição da conciência dos limites do próprio corpo é um aspecto importante do processo de diferenciação do eu e do outro e da construção da identidade.
Por meio das explorações que faz, do contato físico com outrs pessoas, da observação daqueles com quem convive, a criança aprende sobre o mundo, sobre si mesma e comunica-se pela linguagem corporal.
A instituição deve gerar um ambiente de acolhimento que dê segurança e confiança às crianças, garantindo oportunidades para que sejam capazes de:
4Experimentar e utilizar os recursos de que dispõe para a satisfação de suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com progressiva autonomia;
4Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
4Brincar;
4Interessar-se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo, executando ações simples relacionadas à saúde e higiene;
4 Relacionar-se progressivamente com mais crianças, com seus professores e com demais profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e interesses.


